segunda-feira, 18 de maio de 2015

Oscar Schimidt - Biografia

Mão Santa. Esse foi o apelido que Oscar Daniel Bezerra Schmidt, o maior nome do basquete masculino no Brasil, ganhou por seu talento e dedicação ao basquete brasileiro. Reverenciado até mesmo por mestres da NBA (National Basketball Association), Oscar começou sua história no Rio Grande do Norte, Natal, onde nasceu. Ainda pequeno, muda-se junto à família para Brasília, onde participa pela primeira vez de um jogo de basquete aos 13 anos. Com essa idade, o pequeno Oscar Schmidt já media 1,85m  e foi recomendado por seu tio Alonso a treinar no Unidade Vizinhança, clube da cidade. Naquele momento, em que Oscar dava seus primeiros passos em direção a uma carreira de grande sucesso, foi treinado por Zezão.

Na primeira metade dos anos 70 o atleta muda-se para a cidade de São Paulo e começa a jogar no Palmeiras. Após algum tempo, ganha destaque na equipe alviverde e chega a ser convocado para o juvenil da seleção brasileira de basquete. Com facilidade incrível para pontuar, Oscar Schmidt foi eleito em 77 o melhor pivô de sua categoria. Prestes a completar 20 anos, integrou o grupo principal da seleção brasileira e ganhou, junto a seus companheiros, o título de campeão sul-americano. Um ano depois, no mundial realizado nas Filipinas, conquistou a medalha de bronze e, através de Cláudio Mortari, foi jogar no Sírio.
Em 1979, Oscar Schmidt ganhou a Copa William Jones, um dos títulos mais importantes do basquete. No ano seguinte, participou das Olimpíadas de Moscou, em que pontuou 169 vezes e ajudou o Brasil a conquistar o quinto lugar. Em 1982, tornou-se jogador do América (RJ), mas teve uma passagem breve pela equipe. Naquele mesmo ano, disputou o campeonato de basquete italiano atuando pelo Caserta. Na Itália, o atleta ficou pelo período de onze temporadas e conseguiu a marca de dez mil pontos no campeonato nacional.
Em 84, Oscar Schmidt participou novamente das Olimpíadas pelo Brasil, desta vez em Los Angeles. Apesar do bom desempenho do atleta, que marcou o mesmo número de pontos contabilizados em Moscou, a seleção brasileira ficou em nono lugar. Porém, sua atuação fez com que o New Jersey Nets, da NBA, se interessasse pelo atleta. Caso fosse contratado, Oscar não poderia mais jogar pela seleção nacional, então continuou jogando na Itália.
Em 85 Oscar Schmidt venceu o Pan-Americano nos Estados Unidos. Na ocasião, o Brasil venceu os EUA pelo placar de 120 x 115 com uma atuação histórica do atleta e da seleção. Três anos depois, nas Olimpíadas de Seul, Oscar sagra-se cestinha do torneio, mas o Brasil ficou novamente em quinto lugar.
A carreira de Oscar Schmidt continuou deslanchando fora do Brasil com o atleta quebrando recordes e ganhando diversos títulos. Porém, em 95, o jogador volta a atuar em seu país de origem ao ser contratado por uma equipe de São Paulo, na qual conquistou o oitavo título nacional de sua carreira. Um ano depois, Oscar deixa o campeonato paulista para jogar no Rio de Janeiro. Foi contratado pelo Flamengo e virou um ídolo do clube das massas.
Após algum tempo, descontente com a administração do basquete no Brasil, Oscar junta-se a outros grandes ícones do esporte como Magic Paula e Hortência para criar a NLB - Nossa Liga de Basquetebol. Desta forma, organizaram uma competição nacional com estatuto, sede e juízes próprios. Aos 55 anos, Oscar Schmidt foi diagnosticado com um tumor no cérebro e, desde então, luta contra a doença.

FONTE: WWW,INFOESCOLA.COM



segunda-feira, 11 de maio de 2015

MARCAÇÃO INDIVIDUAL E POR ZONA NO BASQUETE





Sistemas de defesa no basquetebol

    O ato de defender envolve alguns princípios fundamentais, como primeiro marcar, antecipando-se aos gestos técnicos dos adversários; cumprir com sua missão específica na marcação; ajudar na marcação de outros jogadores; e deslocar-se em função da movimentação dos adversários e da bola.
    A defesa inicia-se, imediatamente, quando a equipe ofensora perde a posse de bola, o que resulta na transição defensiva, podendo ser subdividida em - defesa temporária - através do prolongamento da transição defensiva, tendo o defensor que retornar à sua quadra em linha reta e o mais rápido possível, na intenção de não predispor vulnerabilidade a sua equipe; a - defesa organizada - que consiste no período em que os jogadores ocupam suas posições específicas no campo defensivo; e, a - defesa em sistema - que se dá logo após a ocupação destas posições específicas de defesa, resultando na realização das ações táticas, na intenção de impedir ou dificultar as movimentações e as finalizações (REIS, 2005).
    No Basquetebol, existem dois tipos básicos de defesa: um, que se baseia na marcação por zona ou por regiões da quadra, onde o jogador responsabiliza-se por uma determinada área do campo de jogo, e, outro que se fundamenta na marcação, específica, de um determinado jogador, denominada de marcação individual. Cada equipe deve preferir uma das duas marcações, dependendo das características da equipe adversária, das suas próprias particularidades e/ou a situação específica de um jogo/competição.
A marcação por zona
    Historicamente a marcação por zona foi criada no ano de 1910, nos Estados Unidos, tendo como principais objetivos dificultar as infiltrações e os rebotes dos oponentes; facilitar os rebotes defensivos; viabilizar os contra-ataques e a volta à defesa; a diminuição do número de faltas e o aproveitamento de jogadores menos rápidos, tendo como principal eficiência o enfrentamento de equipes deficientes nos arremessos de curta e média distâncias, com maus passadores e eficientes nas infiltrações (REIS, 2005). Em contrapartida, exige melhor treinamento de conjunto e comunicação entre os defensores,
    Alguns tipos de marcação por zona podem ser ilustrados, a exemplo da 2x1x2; utilizada quando a equipe ofensora possui jogadores habilidosos no confronto individual, mas que apresenta deficiências nos arremessos de média e longa distâncias.
    Portanto, com a configuração deste tipo de marcação, congestiona-se o garrafão, dificultando as infiltrações, obrigando a equipe adversária a recuar o seu ataque, afastando-se da área restritiva, e a tentar os arremessos de média e longa distâncias dos quais ela tem maiores dificuldades.
    A característica particular desta é que ela é a considerada a “matriz” de todas as outras, onde a partir dela há outras possibilidades de variações. Ilustrando-a, forma-se um desenho no formato do número 5 (cinco) de um dado, conforme a figura a seguir:


Entre as variações, cita-se a marcação por zona 3x2, utilizada quando a equipe defensiva é “eficiente nos rebotes”, com bons e altos pivôs.
    Assim, por subentender-se uma grande possibilidade do adversário ser induzido aos arremessos, e, por consequência ao erro, forma-se uma linha de três defensores na parte superior do garrafão, e outra de dois mais próximos à cesta, auxiliando que a equipe defensiva evada, rapidamente, para o “contra-ataque”, logo após a conquista do rebote defensivo. Conforme modelo a seguir:
 

 
Outro tipo é a zona 2x3, preferida quando a equipe defensiva não possui um rebote tão eficiente como no exemplo anterior, fazendo-se necessário, portanto, a formação inversa a 3x2, através de uma linha de três reboteadores posicionados logo abaixo da cesta, na intenção de garantir o rebote defensivo, e uma segunda linha de dois defensores na região superior do garrafão, impedindo as infiltrações e os arremessos daquela região, bem como viabilizando os contra-ataques, caso a equipe recupere a bola através do rebote defensivo. Conforme modelo a seguir:
 
Um terceiro tipo é a 1x3x1, que deve ser eleita quando se enfrenta uma equipe que atua com dois pivôs (número 5), altos e bons tecnicamente, e que realizam triangulações eficazes, bem como com bons arremessadores de média distância e das laterais do garrafão.
    Para tanto, monta-se uma linha de três marcadores no centro do garrafão e outros dois jogadores isolados; um deles, logo na cabeça e o outro próximo ao aro, com o primeiro intencionando evitar a penetração do armador adversário por esta região, e o segundo, ainda com a finalidade de continuar garantindo o rebote defensivo.
    É justamente esta linha de três marcadores no centro do garrafão que dificultará a referida atuação dos pivôs adversários, que triangulam e trocam de posicionamento constantemente, como também os dois marcadores externos da mesma linha de três, por ficarem alocados fora da área restritiva, possibilitam a marcação dos jogadores que arremessam daquela região. Como exemplo, forma-se um desenho em formato do sinal de + (mais), conforme ilustra a figura a seguir:
 
PARA VER A MATÉRIA NA INTEGRA ACESSE O LINK A CIMA.
 
 
 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

RESUMO DO PCN - EDUCAÇÃO FÍSICA 5° A 8° SÉRIE

Resumo PCN 5º a 8º série ensino fundamental
Algumas tendências da Educação Física escolar


Abordagem psicomotora
Surgiu em torno dos anos 70, visava o desenvolvimento integral (cognitivo, afetivo e psicomotor)  da criança. a educação física é apenas um meio para o aprendizado de outras aprendizagens, não tendo um contéudo enfocado na pratica esportiva.

Abordagem construtivista
Leva em consideração o conhecimento que o aluno já possui, também busca o desenvolvimento completo do educando, valoriza o conhecimento já trazido pelo aluno e prega que a aprendizagem é um processo contínuo. Principalmente voltado a crianças até 10 e 11 anos. Esquemas de assimilação e acomodação.

Abordagem desenvolvimentista
Faixa etária até 14 anos. Busca caracterizar os níveis de crescimento e desenvolvimento. O movimento é o principal meio e fim da Educação Física. Aprendizagem motora e desenvolvimento motor. Taxionomia do desenvolvimento motor.

Abordagens críticas
Mudança do status quo, confronto com o senso comum. Valoriza a contextualização dos fatos e resgate histórico. É compreendida como sendo um projeto político pedagógico, político - encaminha propostas em uma direção e pedagógico - propõe uma reflexão sobre a ação dos homens. A produção cultural da humanidade expressa uma determinada fase e  houve mudanças ao longo do tempo. Cultura corporal.

Educação Física e a cultura corporal do movimento
Cultura - produto da sociedade, transforma a coletividade e constitui a coletividade a qual os indivíduos pertencem e antecedendo e transcendendo-o. A cultura é um conjunto de códigos.
Dimensões - cultural, social, política e afetiva, presentes no corpo das pessoas, que se interagem e movimentam como sujeitos sociais e cidadãos.
Corpo - sócio-cultural.
Organismo - fisiológico.
Características dos alunos:
Cognitiva, corporal, afetiva, ética, estética, de relação interpessoal e inserção social.

Educação Física e cidadania
Inclusão, autonomia, cooperação, participação social e princípios democráticos.
Análise crítica dos valores sociais, beleza e saúde, competição exacerbada, exclusão e discriminação social.
Educação Física e os temas transversais
Ética
Respeito,solidariedade, dignidade e justiça.
Saúde
Valores e conceitos
Recuperação, manutenção e promoção da saúde.


Pluralidade cultural
Diversidades das culturas


Meio ambiente


Orientação sexual
Aulas mistas, questionamento dos padrões estéticos e de beleza e diferença dos gêneros.


Trabalho e consumo
Combate aos modelos estereotipados de atividades corporais.
Evitar o consumismo.

Aprender e ensinar Educação Física no ensino fundamental
Três eixos motivacionais da aprendizagem são:


1- Resolução de problemas
Os conhecimentos técnicos são ao mesmo tempo que um problema uma solução, pois para aprende-los é necessário um esforço, entretanto quando aprendidos geram uma satisfação.

2- Exercício de soluções por prazer funcional e manutenção
Quando se faz algo apenas pelo prazer de fazer aquela atividade não com algum outro objetivo.

3- Inserção nos grupos de referência


Automatismo e atenção
Não se deve utilizar a repetição mecânica do movimento.
A atividade deve representar um desafio.

Estilo pessoal e relacionamento
Fatores:
Riscos a segurança física -O aluno não pode ser obrigado a realizar uma atividade.
Grau de excitação - o professor deve orientar os alunos com relação a suas emoções e expressões.
Características individuais e vivências anteriores - superação.
 Exposição do individuo no contexto social.
Portadores de nescessidades especiais Deve-se analisar o tipo de deficiência e adequar as atividades.

Avaliação no ensino fundamental
Fases da avaliação são: diagnóstica ou inicial, formativa ou concomitante e somativa ou final.


Objetivos gerais para o ensino fundamental
Inclusão, respeito, pluralidade cultural, hábitos saudáveis, consciência crítica e autonomia.

Critérios de seleção de conteúdos
Relevância social
Relacionados aos temas transversais, presença marcante na sociedade brasileira, promoção da saúde e lazer.

Características dos alunos


Especificidade do conhecimento da área


Bloco de conteúdos
São divididos em 3 blocos são eles:
- Conhecimentos sobre o corpo
Anatomia, fisiologia, bioquímica, biomecânica, hábitos saudáveis e  emoção (jogos dramáticos)

- Esportes jogos, lutas e ginásticas
Esportes - regras de caráter oficial e competitivo organizadas em federações.
Jogos - são mais flexíveis em relação as regras, tem um caráter competitivo, cooperativo e recreativo.
Lutas - são disputas onde tem que se subjugar o oponente.
Ginásticas - são técnicas de trabalho corporal de caráter individual e que assumem finalidades diversas dentre elas: preparação, relaxamento, manutenção ou recuperação da saúde, recreativa, competitiva e convívio social.

- Atividades rítmicas e expressivas
Inclui manifestações da cultural corporal onde se expressa e se comunica através de gestos na presença de ritmos, músicas.
Organização dos conteúdos
Saber fazer (procedimental) pensar (conceitual) e sentir (atitudinal)

Atitudes: conhecimento conhecimento sobre o corpo; esportes, jogos, lutas e ginásticas; atividades rítmicas e expressivas
Cooperação e solidariedade, diálogo, valorização da cultural nacional, busca do conhecimento e crítica, respeito, predisposição para o novo, cultivar bons hábitos, saber competir, adequar as regras para incluir os colegas, respeitar as diferenças dos gênero e valorização da cultura corporal.

Conceitos e procedimentos: conhecimentos sobre o corpo.
Boa postura, vivências de diversas formas de movimento, efeitos da atividade física sobre o corpo, caracteristicas masculinas e femininas.



Conceitos e procedimentos: esportes, jogos, lutas e ginásticas

Aspectos históricos e sociais relacionados aos esportes, jogos, lutas e ginásticas, prática de forma recreativa, jogos cooperativos, desenvolvimento das capacidades físicas, aspectos relacionados a repetição e a qualidade do movimento, aperfeiçoamento de ahbilidades específicas, vivência de aspectos técnicos e táticos, criação de jogos, vivência de esportes (individuais e coletivos) num contexto participativo e competitivo, organização de eventos.

Conceitos e procedimentos: atividades rítmicas e expressivas
Aspectos sociais e históricos da dança, percepção de ritmo, espaço, tempo, danças folclóricas, construção de coreografias e danças urbanas.

Diversidade
Acesso a diversas fontes de informação e diversidades de atividades.

Autonomia
Para se organizar, construção, pelo aluno, do seu próprio discurso conceitual, procedimental e atitudinal.


Aprendizagem específica
No final do ensino fundamental vão se consolidando necessidades e possibilidades de aprendizagem cada vez mais específicas. Aos poucos deve se fazer um aprofundamento em direção da técnica e da satisfação pautada em interesses de natureza conceitual, procedimental ou atitudinal. Esse aprofundamento não deve estar centrado naquilo que o aluno quer fazer, ele deve articular a compreensão de si mesmo, do outro e da realidade sociocultural.
 Objetivos para o terceiro e quarto ciclo
Participar atividades de natureza relacional respeitando as características físicas, de desempenho motor e sem discriminar.
Adotar atitudes de respeito, dignidade e solidariedade. Saber as diferenças entre o contexto amador, recreativo, escolar e profissional. Evitar uma conduta excessivamente competitiva.
Conhecer, valorizar, apreciar e desfrutar das manifestações culturais.
Conhecer e respeitar os limites do seu corpo.
Organizar e praticar atividades corporais.
Analisar os padrões de saúde, beleza e desempenho despertando um senso crítico.
Conhecer, organizar e interferir no espaço de forma autônoma, requerendo locais para a prática de atividades.

Conteúdos para o terceiro e quarto ciclos 


Atitudes: Conhecimento sobre o corpo; Esportes, jogos, lutas e ginásticas; Atividades rítmicas e expressivas
Predisposição para responsabilizar-se pelo desenvolvimento de suas capacidades físicas.
Valorização dos efeitos da prática da atividade física.
Superação de limites pessoais.
Aprender a competir de forma saudável.
Aplicar a técnica e tática adquirida.
Criar, transformar e adaptar regras para a inclusão de todos.
Valorização dos jogos recreativos e danças populares
Cooperação.
Valorização da cultural corporal.
Valorização de uma prática segura de atividade física.

Respeito as emoções dos colegas.
Respeito a integridade física e moral do colega.

Conceitos e procedimentos: conhecimentos sobre o corpo
Identificação das capacidades físicas básicas.
Condicionamento físico e desenvolvimento das capacidades físicas.
Identificação das capacidades orgânicas ligadas ao exercício.
Contração muscular: relaxamento e contração.
Circulação cardiovascular: frequencia cardiaca.
Captação de oxigênio: frequência respiratória.
Utilização de alguns relações como indicadores da intensidade do esforço (frequência cardíaca e respiratória).

Efeitos da atividade física sobre o organismo e a saúde
Benefícios, riscos, indicações e contra-indicações.
Aquecimento para preparação de uma prática física.
Elaboração de programas de condicionamento físico.
Trabalhos de automotivação.
Adoção de hábitos para uma boa postura e conscientização corporal.
Compreensão da dimensão emocional.

Conceitos e procedimentos: esportes, jogos, lutas e ginásticas

A inclusão e exclusão da mulher no esporte.
Mídia e o esporte-espetáculo.
Esporte violência.
Transformação do jogo em esporte.
História das olimpíadas.
Inclusão e exclusão do negro no esporte.
Imigrantes e a cultura corporal do movimento.
Preconceitos relacionados a determinadas etnias e PNE.
Desenvolvimento das capacidades físicas.
Repetição e a qualidade do gesto esportivo.
Habilidades específicas relacionadas ao esporte e jogos.
Vivência de esportes radicais e alternativos.
Tática coletiva.
Participação em competições.
Compreensão das transformações das regras.
Adaptação das regras.


Lutas e ginásticas
Compreensão do ato de lutar.

Lutas x violência.
Lutas e a mídia.
Luta como defesa.
Capacidades físicas e habilidades motoras.
Técnica e tática (ataque e defesa).
Forma recreativa e competitiva.
Aspectos históricos e sociais das ginásticas.
Movimentos ginásticos.

Conceitos e procedimentos: atividades rítmicas e expressivas
Aspectos históricos e sociais das danças.
Equilíbrio entre técnica e movimento livre.
Rítmo próprio e grupal.
Desenvolvimento da noção espaço/ tempo.
Danças populares.


Avaliação no terceiro e no quarto ciclos
Deve levar em consideração a faixa etária, autonomia e discernimento. É um processo contínuo.

Critérios de avaliação
- Realizar as práticas da cultura corporal do movimento
Se o aluno age de forma cooperativa, respeitosa, digna, solidaria e inclusiva.
- Valorizar a cultura corporal do movimento
- Relacionar os elementos da cultura corporal com a saúde e a qualidade de vida

Orientações didáticas
- Mídia, apreciação e crítica
Mídia deve ser objeto de ensino e aprendizagem, como meio (educar com a mídia) e fim (educar para a mídia).
 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

HISTÓRIA DO HANDEBOL


HISTÓRIA DO HANDEBOL

A bola é, sem dúvida, um dos instrumentos desportivos mais antigos do mundo e que vem cativando o homem há milênios. O jogo de “Urânia” praticado na antiga Grécia, com uma bola do tamanho de uma maçã, usava-se as mãos, mas sem balizas, é citado por Homero na Odisseia. Também os Romanos, segundo Cláudio Galero (130-200 DC), conheciam um jogo praticado com as mãos, “Hasparton”. Mesmo durante a Idade Média, eram os jogos com bola, praticados como lazer por rapazes e moças. Em meados do século passado (1848), o professor dinamarquês Holger Nielsen criou no Instituto de Ortrup um jogo denominado “Haaddbold” determinando suas regras. Na mesma época os tchecos conheciam jogo semelhante denominado “Hazena”. Fala-se também de um jogo similar na Irlanda, e no “Sallon”, do uruguaio Gualberto Valetta, como precursor do handebol. Todavia, o handebol como se joga hoje foi introduzido na última década do século passado, na Alemanha, como “Raftball”. Quem o levou para o campo, em 1912, foi o alemão Hirschmann, então secretário da Federação Internacional de Futebol.

O período da primeira Grande Guerra (1915 a 1918) foi decisivo para o desenvolvimento do esporte, quando o professor de ginástica Berlinense Max Heiser criou um jogo ao ar livre derivado do “Torball” para as operárias da Fábrica Siemens, que teve o campo aumentando para as medidas do futebol quando os homens começaram a praticá-lo. Em 1919, o professor alemão Karl Schelenz reformulou o “Torball”, alterando seu nome para “Handball” para o jogo com 11 jogadores. Em 1920 o Diretor da Escola de Educação Física da Alemanha tornou a modalidade como desporto oficial.

O COI decidiu, em 1934, que o handebol seria um dos esportes da Olimpíada de Berlim, em 1936, o que realmente aconteceu com a participação de seis dos 26 países então filiados, com a Alemanha vencendo a Áustria no jogo final por 10 a 6, perante cem mil pessoas no Olympia Stadium de Berlim. Tão logo terminou a Guerra Mundial, os dirigentes de handebol reuniram-se em Copenhague e fundaram a atual Federação Internacional, com sede na Suécia, sob a presidência do sueco Costa Bjork. Em 1950, a sede da IHF mudou-se para a Basiléia, na Suíça.

O handebol vem realizando a cada quatro anos seus campeonatos mundiais e olímpicos, estes desde 1972 no masculino e desde 1976 no feminino. União Soviética, Iugoslávia, Alemanha Oriental e Ocidental, Suécia, Dinamarca, Hungria, Romênia e Espanha são destaques na Europa. Nos outros continentes a Coreia e Japão (Ásia), Argélia e Tunísia (África), Cuba, Estados Unidos e Brasil (América) têm obtido os melhores resultados em ambos os sexos.

LANÇAMENTO DE DISCO - ATLETISMO


LANÇAMENTO DE DARDO - ATLETISMO

Lançamento do dardo / Lançamento de dardo:
Empunhaduras:
1. Finlandesa: segura o dardo pela parte detrás do acordoamento com o dedo médio e o polegar. O indicador fica estendido
ao longo e em torno do dardo, acima do acordoamento para o equilíbrio. Apenas o polegar, o anular e o mínimo seguram o
dardo pelo encordoamento.
2. Americana: segura pela parte detrás do encordoamento, o indicador juntamente com o polegar que fica estendido ao longo
do mesmo (encordoamento) com a unha na altura do indicador. Os outros dedos seguram em volta do encordoamento.
3. Alemã: segura o dardo pela parte detrás do acordoamento com o dedo médio e o polegar. O indicador fica fletido no fim
do acordoamento para equilíbrio. Os outros dedos seguram em volta do acordoamento.
 
 

LANÇAMENTO DE DARDO - ATLETISMO


TIPOS DE TRANSPORTE DO DARDO
 
 
 
1. Sobre o ombro ou cabeça, ponta para cima.
2. Sob o braço.
3. à frente do corpo, ponta para baixo.

Lançamento de Dardo - Atletismo

Adorei o vídeo. Auxilia bem nós professores. Dica: Pode passar os vídeos para os alunos até a parte da Empunhadura. Mas não vejo nenhum problema de passa-lo inteiro.
Bjs professores!

sábado, 27 de dezembro de 2014

Formatura

Oiee amigos e amigas do meu blog, estou sumida né! Muito trabalho no final de ano, entrega de notas, fechar diários...já viu né! A formatura da minha escola esse ano foi um show, ficou linda!
Agora nas férias vou ter mais tempo para postar mais coisas!
Estou ansiosa para montar as minhas aulas teóricas e práticas do ano que vem! Aproveitando alguém tem sugestões?
Bjs
lindos alunos e alunas do 9 ano

sábado, 24 de maio de 2014

HANDEBOL - FUNDAMENTOS

Em qualquer esporte quando se fala em fundamentos técnicos nos referimos aos movimentos básicos da modalidade os quais uma pessoa precisa  aprender para ter condições de jogar. Se observarmos, todas as modalidades esportivas possuem fundamentos técnicos.
No handebol temos como fundamentos técnicos: o passe, a recepção, a empunhadura, o arremesso, a progressão, o drible e a finta. Vamos agora entender o que é e para que é utilizado cada um deles no handebol.
Passe: é a ação de enviar a bola ao companheiro de forma que ele consiga recebê-la para executar outra ação. Um bom passe pode colocar o companheiro em condições favoráveis de arremessar em direção ao gol adversário.

Recepção: é a ação de receber a bola, amortecer e reter a bola de forma adequada. A boa execução deste fundamento depende muito da forma como a bola foi passada, ou seja, da execução do passe.
(PODE SER A MESMA FOTO DO ARREMESSO)

Empunhadura: é a forma de segurar a bola do handebol com uma das mãos. Na empunhadura os cinco dedos da mão permanecem bem afastados entre si e a palma fica ligeiramente côncava.

Arremesso: é o fundamento sempre realizado em direção à meta adversária na tentativa de realizar o gol.

Progressão: São as formas utilizadas para poder se deslocar na quadra durante o jogo quando se está de posse da bola. Pode ser realizada, por exemplo, por meio do drible.
(Essa foto não mostrou muito bem a progressão, mas foi a que achei melhor na internet)
Drible: No handebol é o movimento de bater a bola contra o solo com uma das mãos estando o jogador parado ou em movimento. O drible permite ao jogador deslocar-se estando com a posse da bola.

Fintas: São mudanças de direção realizadas pelo jogador atacante que, estando de posse de bola, procura evitar a ação do defensor.

HANDEBOL - POSICIONAMENTO


HANDEBOL -TÉCNICA - ARREMESSO


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